Intolerância a lactose
jun30

Intolerância a lactose

Toda criança deve receber até os 6 meses de idade exclusivamente o leite materno, a partir daí deverá ser incluida aos poucos alimentação sólida e ao final de 1 ano a criança poderá estar recebendo a mesma alimentação utilizada pelos adultos, ficando o leite de acordo com o apetite. Aos 2 anos a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda a retirada do leite materno, a partir daí temos uma deficiência na produção da enzima lactase, que é a responsável pela digestão da lactose, que é o açúcar do leite. Nessa etapa é que normalmente inicia-se a utilização do leite de vaca, que apesar de muito diferente do leite materno, também contém a lactose, com moléculas de difícil digestão. Todos temos alergia á lactose, só que em níveis diferentes. O homem é único mamífero que continua mamando após a fase do “desmame”. O bezerro, por exemplo, após acabar o leite e não mama mais, e seu organismo naturalmente perde a capacidade de fazer a digestão do leite. A insistência do homem em continuar utilizando leite tem suas consequências, ocorrendo diarréia e também outros problemas do trato respiratório, com agravamento de bronquite, rinite, sinusite e mesmo a asma. Intolerância a lactose Uma alternativa muito saudável para o leite animal é a introdução do leite vegetal na alimentação da criança. Apesar do nome de “leite” vegetal, sua composição não assemelha-se ao leite animal, portanto não substitui o leite quando recomendado por médicos, ele é um substituto do leite em alimentos como vitaminas e sucos. O leite vegetal mais utilizado é o feito de soja, porém essa leguminosa produz uma proteína chamada fitoestrógeno, que assemelha-se ao estrógeno, hormônio feminino, o que pode interferir no crescimento, durante o período conhecido como estirão de crescimento, se consumido em excesso. Para evitar esse problema deve-se mesclar a utilização do leite de soja com outros leites vegetais, como de aveia ou de castanha....

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Anabolizantes, o males por trás deles
jun27

Anabolizantes, o males por trás deles

A sociedade vem evoluindo e essa evolução traz também o seu revés. Cada vez mais as pessoas estão mais preocupadas com a aparência física, e os constantes avanços da ciência, somados a redução de preços, tem motivado verdadeiras “construções” estéticas. Tantos homens quanto mulheres têm levado ao extremo o fascínio pela beleza corpórea, usando produtos proibidos e também se valendo de cirurgias plásticas. Nesse artigo iremos focar o uso dos esteróides anabolizantes. No passado o público consumidor dessa droga era composto basicamente por atletas, em busca de força, velocidade e resistência. Contudo, hoje o quadro é bem diferente, pessoas “normais”, no afã de terem corpos esculturais, têm buscado os esteróides anabolizantes para ganhar massa muscular de forma rápida. Não raros os casos de tudo começar por uma “indicação” do instrutor de academia de ginástica. Com um conhecimento limitado, ignorância quanto aos riscos e ganância por dinheiro, professores e alunos indicam os produtos sem preocupar-se com o risco que trazem. Nos EUA os esteróides anabolizantes são considerados drogas e só podem ser vendidos com prescrição médicas. No Brasil é proibida a comercialização desses produtos, mas a vigilância sanitária não é eficiente na fiscalização e a venda é feita indiscriminadamente e em larga escala. Anabolizantes, o males por trás deles Os esteróides anabolizantes são produtos sintéticos que assemelham-se aos hormônios sexuais masculinos, e dessa forma resultam no aumento da massa muscular, o que é conhecido por efeito anabolizantes, e também intensifica os caracteres masculinos no indivíduo que o usa, seja homem ou mulher. Apesar de conhecermos somente os anabolizantes como vilões, eles também têm utilização médica, em casos de osteoporose, deficiências no crescimentos e em problemas hormonais masculinos.   O resultado imediato do uso de anabolizantes é o rápido desenvolvimento da massa muscular, saltando aos olhos dos frequentadores de academia que anseiam por corpos “sarados”. Contudo, o seu uso causa muitos danos à saúde, indo de problemas no fígado, câncer, impotência sexual, AVC (acidente vascular cerebral), aumento da agressividade, eclosão de acne e mais dezenas de efeitos já documentados. Se você está lendo esse artigo para saber mais sobre os anabolizantes, quais os riscos, resta provado que os malefícios são muito maiores que os benefícios aparentes, sendo assim, não inicie a utilização dessa droga e se você já iniciou, procure orientação médica com urgência. Procure academias com profissionais sérios e recuse as sugestões dos falsos amigos que indicam uma droga tão perigosa. A orientação de um profissional da área lhe trará de forma adequada, e natural, o corpo que você tem procurado....

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Nariz escorrendo – Como acabar com esse incômodo
jun26

Nariz escorrendo – Como acabar com esse incômodo

Mesmo não estando com qualquer tipo visível de problema no trato respiratório, vez ou outra nosso nariz começa a escorrer e isso acaba por ser um problema bastante incômodo, ainda mais se não estamos preparados com um lenço de papel. O nariz faz parte do nosso complexo sistema respiratório e tem funções especiais, auxiliando nas percepções olfativas e no paladar, mas também aquece, limpa e umidifica o ar que inspiramos. Para manter esse controle, o nariz de uma pessoa normal produz diariamente em torno de 1 litro de muco, mas mesmo assim não escorre, apesar de parecer uma quantidade imensa, o que ocorre é que o excesso é drenado e enviado para a garganta, e engolimos com a saliva, isso sem nem percebermos. Quando ocorre alguma irritação ou alergia, o muco é produzido em quantidade superior a normal, para combater os corpos estranhos, e o excesso é tanto que não é possível que seja drenado todo para a garganta, então escorre pela cavidade das narinas, o que chamamos de nariz escorrendo, que em alguns casos o nome em Inglês é mais apropriado, running nose, pois o muco é tanto que parece mais correr do que escorrer. O nariz escorre basicamente por causa da gripe, da comida apimentada, de exercício físico e pode ocorrer até mesmo por estresse. Nariz escorrendo – como acabar com esse incômodo Cientistas conseguiram identificar que esse problema faz parte de um processo biológico que pode estar ligado ao sistema nervoso automático, que é quem controla ações involuntárias como a respiração. Foi verificado que o neurotransmissor responsável por enviar as informações do sistema nervoso central para as glândulas nasais, essa substância química é chamada de acetilcolina. Com essa informação em mãos os médicos tem utilizado o brometo de ipratropio para bloquear a acetilcolina, impedindo que o comando para nariz escorrer ocorrar. Médicos americanos dizem que uma pequena dose do brometo de ipratropio 45 minutos antes da esposição ao frio ou de comer comida apimentada, pode evitar que o problema tenha início.   Pessoas que utilizaram o brometo de ipratropio atestaram ser muito eficiente e ficaram espantados com a eficácia. É bom lembrar que o nariz pode ocorrer também por processos  inflamatórios, portanto, assim como outros remédios, antes de ser ministrado deve buscar-se orientação de um profissional da...

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Sintomas Da Hipertensão
jun10

Sintomas Da Hipertensão

  O que é Pressão Arterial? A pressão arterial é a força do sangue contra as paredes da artéria. A força é gerada a cada batimento cardíaco quando o sangue é bombeado do coração para os vasos sanguíneos. O tamanho e a elasticidade da parede das artérias também afetam a pressão sanguínea. Cada vez que o coração bate (se contrai e relaxa), a pressão é criada no interior das artérias. A pressão é maior quando o sangue é bombeado do coração para as artérias ou sístole.  Quando o coração relaxa entre as batidas (o sangue não está se movendo para fora do coração), a pressão cai nas artérias ou diástole. Dois números são registrados na medição da pressão arterial. O primeiro número, ou a pressão sistólica, refere-se a pressão dentro da artéria, quando o coração se contrai e bombeia o sangue através do corpo. O número inferior, ou a pressão diastólica, refere-se a pressão dentro da artéria, quando o coração está em repouso e está enchendo com o sangue. Ambas as pressões sistólica e diastólica são registrados como “mm Hg (milímetros de mercúrio).  Esta gravação representa o quão alto da coluna de mercúrio é gerado pela pressão do sangue. A pressão arterial é medida com um esfigmomanômetro e estetoscópio por um enfermeiro ou outro profissional de saúde. Uma pessoa não pode ter sua própria pressão arterial menos um dispositivo de monitoramento eletrônico da pressão de sangue é usado. A pressão arterial elevada, ou hipertensão, aumenta diretamente o risco de doença cardíaca coronária (ataque cardíaco) e (ataque do cérebro), acidente vascular cerebral. Com pressão alta, as artérias podem ter uma maior resistência contra o fluxo de sangue, fazendo o coração bater mais forte para o sangue circular. Normalmente, a pressão arterial elevada não apresenta sinais ou sintomas. No entanto, você pode saber se sua pressão arterial está alta por ter verificado regularmente por seu médico. Quais são os fatores de risco para a hipertensão? Sua dieta e estilo de vida podem influenciar na sua pressão arterial; Se você está desidratado ou se você tiver uma quantidade excessiva de sal em seu sistema, você corre o risco de ter pressão alta. Por este motivo, é importante comer refeições equilibradas, que limite a ingestão de sal e gordura; Seu estilo de vida também desenvolver a hipertensão. O sedentarismo pode causar hipertensão, no entanto, é possível inverter e controlar a doença com o exercício. Altos níveis de estresse também pode levar ao desenvolvimento de hipertensão;  Outros fatores que podem causar hipertensão inclui história pessoal e familiar genética. Normalmente, a hipertensão é de família. Se os seus pais tinham, então você também pode estar em risco. As condições que desencadeia a hipertensão, incluindo a diabetes, doenças cardíacas e...

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Causas Da Depressão
jun10

Causas Da Depressão

Infelizmente, não é totalmente conhecida a causa da depressão clínica de um indivíduo em   particular. Há muitas teorias sobre as causas, como fatores biológicos e genéticos, influências ambientais, e da infância ou de eventos de desenvolvimento. No entanto, acredita-se geralmente que a depressão clínica é mais freqüentemente causada pela influência de mais do que apenas um ou dois fatores. Por exemplo, uma pessoa cuja mãe sofreu de depressão maior recorrente pode ter herdado uma vulnerabilidade para o desenvolvimento de depressão clínica (influência genética). Isto combinado com a forma como a pessoa pensa de si próprio (influência psicológica) em resposta ao estresse de passar por um divórcio (influência ambiental), pode colocá-la em um risco maior de desenvolver depressão do que alguém que não tem tais influências. As causas da depressão clínica são susceptíveis de ser diferentes para pessoas diferentes.  Às vezes, um episódio depressivo pode parecer vir do nada em um momento quando tudo parece estar indo bem. Outras vezes, a depressão pode ser diretamente relacionado a um evento significativo na nossa vida, como perder um ente querido, traumatismo, ou lutando contra uma doença crônica. As informações estão agrupadas nas categorias: causas biológicas, as causas genéticas, ambientais Causas, Causas psicológicas, médicas, doenças e outras causas. Fatores de risco para depressão Relacionadas com a discussão das causas da depressão clínica é uma coisa chamada, “fatores de risco.” Essencialmente, estamos todos em risco para o desenvolvimento de uma doença depressiva. Pessoas de todas as idades, raças e classes sociais podem tornar-se clinicamente deprimidos. Ninguém está completamente imune a essa condição. No entanto, é importante saber que as doenças mais comuns da depressão e transtorno bipolar tendem a afetar alguns grupos de indivíduos mais do que outros. “Algumas características desses grupos, quando associada com o desenvolvimento de uma doença depressiva, são conhecidos como “fatores de risco.” Precisamos estar atento aos sinais de alerta e tomar medidas no sentido de reconhecer e prevenir esta doença....

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Psoríase – O que é, sintomas e tratamento
jun10

Psoríase – O que é, sintomas e tratamento

A psoríase pode ser descrita como uma doença incurável que afeta a pele, não sendo contagiosa, podendo-se contraí-la somente por hereditariedade. No Brasil são cerca de 5 milhões de pessoas afetadas e no mundo mais de 125 milhões. Ocorre tanto em homens quanto em mulheres, normalmente na faixa etária entre 20 e 40 ano, contudo, pode manifestar-se em qualquer fase da vida do indivíduo acometido pela doença. Tem observado-se uma incidência maior em pessoas de pele branca, não existindo entre os esquimós e muito raros os casos em pessoas negras, índias e asiáticas. Existem diversos tipos: 1. Psoríase em placas: caracteriza-se pela descamação das lesões em forma de placas avermelhadas. Normalmente as lesões apresentam-se em pequena quantidades, mas podem ocorrer casos de propagação por grande parte do corpo. As escamas características podem evoluir até tornarem-se grossas e esbranquiçadas, ocorrendo normalmente nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e tronco. O paciente acometido enfrentará fases de melhora e piora. 2. Psoríase ungueal: ocorre somentes nas unhas; 3. Psoríase pustulosa: apresenta-se pela formação de pústulas principalmente nas palmas da mãos e planta dos pés; 4. Artrite psoriásica: ocorrendo com mais frequência nos dedos das mão. Caracteríza-se pela inflamação articular,podendo causar a destruição da articulação; 5. Psoríase gutata: frequentemente associado a infecções na garganta, caracteriza-se pelo surgimento de pequenas lesões circulares em forma de gota; 6. Psoríase palmo-plantar: ocorre pricipalmente mas mãos e nos pés, tornando a pele ressecada. O diagnóstico da doença normalmente é clínico, podendo ser verificado também pela realização de biópsia. O quadro clínico de cada indivíduo define como a doença será tratada, podendo resolver apenas a aplicação tópica ou em casos mais graves o encaminhamento para tratamento mais complexo. Apesar de não haver cura, os sintomas podem ser combatidos, mas mesmo atingindo-se a cura clínica não pode-se afirmar que a doença não voltará. São recomendáveis uma vida saudável e exposição solar moderada, o que ajuda muito em manter a pele hidratada. O paciente com psoríase consegue passar por todos esses sintomas, mas com o preconceito não, ainda que notório que não é contagioso, muito evitam o contato. O estresse psíquico pode agravar os sintomas. Não faça parte desse grupo de pessoas, não dê as costas ao paciente de psoríase, ele precisa de sua mão e de seu respeito.  ...

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